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Fatalidade - 1a parte (Estudo 148 de 193)

       


a) A fatalidade só existe no tocante à escolha feita pelo Espírito, ao se
encarnar, de sofrer esta ou aquela prova; ao escolhê-la ele traça para si
mesmo uma espécie de destino, que é a própria consequência da posição em que
se encontra.

b) O Espírito, conservando seu livre arbítrio sobre o bem e o mal, é sempre
senhor de ceder ou resistir.

c) Ainda uma vez levais à conta de destino o que é quase sempre a
consequência de sua própria falta.

d) Fatal, no verdadeiro sentido da palavra, só o instante da morte. Quando
chegar a tua hora de partir, nada te livrará.

e) As precauções que se toma , a fim de impedir a morte, são um dos meios
para que ela não se verifique.

f) Quando tua vida se encontra em perigo é essa uma advertência que tu mesmo
desejaste, a fim de te desviar do mal e te tornar melhor. Quando escapas a
esse perigo, ainda sob a influência do risco por que passaste, pensas com
maior ou menor intensidade.

g) O Espírito sabe, pelo gênero de vida que escolheu, esta mais propenso a
um tipo do que outro de morte. Com muita frequência o homem tem o
pressentimento do seu fim, como pode ter de que ainda não morrerá. É o homem
que teme a morte, não o Espírito.

h) Os acidentes no curso da vida são demasiados pequenos. Podendo haver sua
prevenção ao dirigirmos nosso pensamento para os evitarmos. A fatalidade, na
verdade, consiste nestas duas horas: a em que deveis aparecer e desaparecer
deste mundo.

i) Há fatos que forçosamente ocorrerão, mas o Espírito o viu e pressentiu
quando da sua escolha. Tudo o que acontece está escrito, uma vez que um
acontecimento é quase sempre a consequência de uma coisa que fazemos por um
ato de nossa livre vontade.

j) Somente os grandes acontecimentos, importantes e capazes de influir na
tua evolução moral são previstos por Deus, porque são úteis à purificação e
à instrução.

Questões Iniciais para estudo e diálogo virtual:

01) Há um fatalismo absoluto? Justificar.

02)Poderiamos dizer que o fatalismo , à luz das questões estudadas, pode ser
traduzido como a conseqüência de nossa conduta anterior? Justificar.

03) O fatalismo pode ser modificado com nossas ações? Justificar.

04) Existe uma relação entre livre-arbítrio e fatalismo? Qual? Por que?
  Conclusão deste estudo 
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