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: Fatalidade (2a. parte) (Estudo 149 de 193)

       


a) O homem pode, pela sua vontade e por seus atos, fazer com que se dêem ou não acontecimentos que
deveriam ou não se verificar, desde que isso não altere a seqüência da vida que escolheu.

b) Com relação aos atos da vida moral, nunca há fatalidade, pois resultam sempre do próprio homem,
no uso da sua vontade e do seu livre-arbítrio. Assim, aquele que comete um assassínio não estava
predestinado ao crime, pois ninguém reencarna com essa predestinação. Escolhendo uma vida de lutas,
o espírito sabe que terá oportunidade de matar um seu semelhante, mas não sabe se o fará.

c) O fato de existirem pessoas que nunca logram êxito em coisa alguma deve ser atribuído ao gênero de
existência escolhida, ou seja, às provas por que escolheu passar. São espíritos que optaram passar por
decepções para serem provados e, assim, exercitarem a paciência e a resignação.

d) O homem não pode culpar os costumes sociais ao enveredar por um caminho que o leve a decepções.
Os costumes sociais são obras sua e não de Deus. Se quisesse, poderia se libertar desses costumes. Não
o fazendo, agem conforme seu livre-arbítrio, não havendo por que se queixar.

e) As pessoas a quem a sorte parece em tudo favorecer são aquelas, geralmente, que sabem se conduzir
melhor em seus atos, embora possa assim acontecer, também, por ser um gênero de prova. Alguns
espíritos escolhem a fortuna como prova para seu orgulho e para sua cupidez. Se não souberem se
conduzir, ganham como homem, mas perdem como espírito.
f) Quanto mais rude for a prova e melhor for suportada, mais o espírito se eleva. Os que passam a vida
na abundância e na ventura humana permanecem estacionários. Daí o número de desafortunados ser em
muito superior ao dos felizes, pois os espíritos procuram, em sua maioria, as provas que lhes sejam mais
proveitosas. Sabem a futilidade das grandezas e gozos terrestres.

g) Não tem nenhum fundamento e constitui alegoria a superstição que liga o destino dos homens às
estrelas.


QUESTÕES PARA ESTUDO E PARTICIPAÇÃO:

1 - Pode o homem modificar os acontecimentos previstos para a sua existência?

2 - Tem o homem como justificativa para suas más ações o fato de terem ela sido programadas para a sua
existência?
3 - Como os Espíritos explicam a existência de pessoas de "sorte" e outras de "azar"?

4 - De acordo com o ensinamento dos Espíritos, existe ou não fatalidade?

  Conclusão deste estudo 
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