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Amor materno e filial (Estudo 154 de 193)

       


a) O amor materno constitui, ao mesmo tempo, uma virtude e um sentimento instintivo, que a Natureza
concedeu à mãe no interesse da conservação dos filhos.

b) No homem, esse amor persiste pela vida inteira e sobrevive mesmo à morte do corpo físico; no animal,
limita-se às necessidades materiais e cessa quando esses cuidados se tornam desnecessários.

c) Embora seja lei da Natureza o amor materno, por vezes ocorre mães odiarem os filhos, o que pode
acontecer por se constituir uma prova que o filho escolheu ou uma expiação, se, noutra existência, foi mau
pai ou mãe. Em todo caso, denotará uma violação das leis naturais por parte da mãe, que não ficará impune,
sendo o filho recompensado pelos obstáculos que haja superado.

d) A paternidade e a maternidade são um encargo confiado aos pais, que têm o dever de se esforçarem para
encaminharem os filhos para o bem (questões 582 e 583). O descumprimento desse dever não pode ser
justificado pelo fato dos filhos terem lhes causados desgostos, que, muitas das vezes, são conseqüências do
mau desempenho de sua missão. Há, pois, que colherem os resultados.


QUESTÕES PARA ESTUDO E PARTICIPAÇÃO:

1 - Podemos afirmar que também no animal encontramos o amor materno?

2 - Perante o plano espiritual, podem os pais justificar a falta de amor aos filhos pelo comportamento reprovável
destes, nessa ou em passada encarnação?


  Conclusão deste estudo 
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