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Uniões antipáticas (Estudo 165 de 193)

       

a) A afeição de dois seres pode, muitas das vezes, transformar-se em antipatia ou, até mesmo, em ódio, o que
se constitui uma punição. Muitos acreditam amar perdidamente porque apenas julgam pelas aparências. Quando
obrigados a viver com as pessoas amadas, não tardam a reconhecer que só experimentaram um encantamento
material.

b) Em muitas uniões, ao contrário, a princípio parecem destinadas a nunca ser simpáticas. Com o tempo, depois
dos que a constituíram haverem se conhecido bem, acabam por tornar-se amor duradouro e terno, porque assente
em estima.

c) Há duas espécie de afeição: a do corpo e a da alma. É comum tomar-se uma pela outra. Porém quem ama é o
espírito e não o corpo. A afeição da alma é duradoura; a do corpo, efêmera.

d) A falta de simpatia entre seres destinados a viver juntos é causa de grandes dissabores. Constitui grave erro das
leis humanas impor esse tipo de convivência, pois Deus jamais constrangeria dois seres que se desagradam a
permanecerem juntos. Uniões desse tipo, normalmente, resultam do orgulho e da ambição.

e) Em uniões dessa natureza, quase sempre, há uma vítima inocente, para quem elas se constituem uma expiação.
A responsabilidade por isso recairá sobre aqueles que tiverem sido causadores.


QUESTÕES PARA ESTUDO

1. Qual a diferença estabelecida pelos Espíritos entre o amor espiritual e o amor corporal?

2. À luz desses ensinamentos, podemos considerar conforme com os princípios cristãos a indissolubilidade das
uniões conjugais, defendida por alguns segmentos religiosos?


  Conclusão deste estudo 
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