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Intuição das penas e gozos futuros (Estudo 170 de 193)

       

a) A crença na existência de penas e recompensas futuras provém do pressentimento que o espírito traz ao
reencanar. É a voz interior quem lhe diz.

b) No momento da morte, cada um pode ser tomado por um sentimento diferente: os céticos, pela dúvida;
os culpados, pelo temor e os homens de bem, pela esperança.

c) Embora trazendo o sentimento da vida espiritual, alguns homens deixam-se dominar pelo orgulho, que o
fazem sentirem-se espíritos fortes. No momento da morte, porém, vem a decepção.

Comentário de Allan Kardec:

A responsabilidade dos nossos atos é a conseqüência da realidade da vida futura. Dizem-nos a razão e a
justiça que, na partilha da felicidade a que todos aspiram, não podem estar confundidos os bons e os maus.
Não é possível que Deus queira que uns gozem, sem trabalho, de bens que outros só alcançam com
esforço e perseverança. A idéia que, mediante a sabedoria de Suas leis, Deus nos dá de Sua justiça e de
Sua bondade não nos permite acreditar que o justo e o mau estejam na mesma categoria a Seus olhos, nem
duvidar de que recebam, algum dia, um a recompensa, o castigo o outro, pelo bem ou pelo mal que tenham
feito. Por isso é que o sentimento inato que temos da justiça nos dá a intuição das penas e recompensas
futuras.


QUESTÕES PARA ESTUDO:

1. Que contribuição pode o Espiritismo dar à humanidade, no sentido de comprovar a existência da vida
futura?

2. Embora originários do mundo espiritual, por que alguns homens insistem em desconhecê-lo?

3. Por que Kardec afirma serem os nossos atos atuais os responsáveis pelas penas e gozos futuros?


  Conclusão deste estudo 
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