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Duração das penas futuras (1a. parte) (Estudo 180 de 193)

       

a) Tudo no Universo se rege por leis que revelam a sabedoria e a bondade de Deus. Assim também a duração
dos sofrimentos do culpado na vida futura.

b) A duração e a natureza dos sofrimentos dependem do tempo necessário para que o culpado se melhore. À
medida que progride e que os seus sentimentos se depuram, seus sofrimentos diminuem e mudam de natureza
(Sào Luís).

c) Para o espírito sofredor, o tempo parece mais longo, pois para ele não existe o sono. Para os espíritos que
já chegaram a certo grau de purificação, o tempo se apaga diante do infinito.

d) O espírito não pode ser eternamente mau, sem jamais se arrepender e melhorar, por isso seus sofrimentos
são temporários. Deus não criou seres destinados a permanecerem perpetuamente no mal. Cedo ou tarde, o
espírito sente a vontade de progredir, pois é irresistível a necessidade de sair da inferioridade e se tornar feliz.
Sábia e magnânima a lei que rege a duração das penas, porquanto subordina essa duração aos esforços do
espírito. Jamais o priva do seu livre-arbítrio. Se deste faz ele mau uso, sofre as conseqüências (São Luís).

e) Não há espíritos que nunca se arrependam de seus erros. Há aqueles cujo arrependimento se manifesta
tardiamente. Pretender que nunca se melhorarão seria negar a lei do progresso (São Luís).

f) Ao espírito podem ser impostas penas por determinado tempo. Mas, Deus, que só quer o bem de suas
criaturas, acolhe sempre o arrependimento e infrutífero jamais fica o desejo que o espírito manifeste de se
melhorar (Sào Luís).


QUESTÕES PARA ESTUDO:

1. O que são as penas futuras?

2. Há penas eternas, como sustentam algumas denominações religiosas?
  Conclusão deste estudo 
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