Espiritismo Educação Recursos Ajuda Serviços
Estudos
Salas de Estudo      O Livro dos Espíritos      O Evangelho      A Gênese
O Livro dos Médiuns      Série André Luiz      Educar      Família      
Home > O Livro dos Espíritos
Duração das penas futuras (4a. parte) (Estudo 183 de 193)

       

Comentário de Kardec sobre a questão 1009.

1. O Espiritismo dá ao ser humano uma explicação racional para as penas futuras. Se as penas fossem eternas, teriamos um Deus vingativo e cruel, inflexivel e punitivo, um Deus, inferior ao ser humano, que é capaz de perdoar. Eis aqui uma das inconsistencias da crença nas penas futuras.

2. Segunda inconsistencia: se Deus tem conhecimento do passado, do presente e do futuro, tem conhecimento de que aquele espirito falhará em suas provas e portanto o criou para errar e falhar. Onde fica a justiça de Deus?

3. Com a teoria das penalidades relativas tudo isso se justifica. Deus dá ao homem o livre-arbitrio e a oportunidade de reparar seus erros e se firmar no bem. Atavés de seu próprio esforço o ser humano vai se melhorando.

4. A palavra eterno é frequentemente empregada, na linguagem comum, com uma significação figurada, para designar uma coisa de longa duração e da qual nao se preve o fim, embora se saiba que ele existe. Esta é a conotação que devemos dar as penas eternas. Aquele que passa por elas, parece-lhe que são eternas pois m sua inferioridade nao lhe permitem ver a extremidade do caminho, acreditam sofrer sempre, e isso para eles é uma punição.

5. Alguns teólogos começa, a admitir a teoria acima e que de fato a palavra eterno pode se referir aos castigos, em si mesmos, como consequencia de uma lei imutável, e não a sua aplicação a cada individuo.



QUESTÕES PARA ESTUDO

1.- Vamos fazer uma paralelo entre a teoria das penas eternas e a teoria das penas relativas segundo o comentario de Kardec.



  Conclusão deste estudo 
1998-2015 | CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo